TESSELAR · RECIFE, BRASIL
Trabalhamos com o que existe.
Documentamos cada decisão.
Nossa missão é simples: ajudar empresas brasileiras a entenderem seu parque de ferramentas antes de mudar qualquer coisa nele.
← Voltar ao inícioComo a Tesselar começou
A Tesselar surgiu de uma observação repetida: empresas brasileiras de médio porte chegam a um ponto em que o software que usam se tornou um conjunto de decisões esquecidas. Cada ferramenta foi escolhida por alguém que talvez nem trabalhe mais na empresa. As junções entre elas são transferências manuais que todo mundo faz e ninguém documentou.
Começamos a trabalhar em Recife em 2019, com um único tipo de engajamento: revisitar o que as empresas tinham antes de propor qualquer mudança. Esse princípio — diagnóstico antes de prescrição — ainda orienta tudo o que fazemos.
Com o tempo, expandimos para planejamento de integração e acompanhamento de transformações operacionais. Em todos os casos, o ponto de partida é o mesmo: entender o parque atual com precisão antes de tocar em qualquer parte dele.
O nome Tesselar vem de tessera — a peça individual de um mosaico. A metáfora é deliberada: cada sistema numa empresa é uma peça irregular, cortada em algum momento por alguém, assentada numa argamassa que mostra cada lacuna. O trabalho de integração é um corte cuidadoso, não uma substituição.
Operamos com uma equipe pequena e intencionalmente assim. Cada engajamento é conduzido por consultores sênior. Não terceirizamos a execução para juniores após a venda.
Nossa sede fica em Boa Viagem, Recife. Trabalhamos com empresas em todo o Brasil, com sessões presenciais ou remotas conforme o projeto.
O que orienta o nosso trabalho
Diagnóstico primeiro
Nenhuma recomendação sai antes de termos o mapa completo. A pressa em apresentar soluções é o principal motivo pelo qual boas intenções geram resultados ruins.
Tudo documentado
Cada decisão tomada e cada recomendação que deixamos de fazer têm registro escrito. Quando o engajamento termina, a empresa sabe exatamente o que foi feito e por quê.
Sem compras forçadas
A Revisão de Ferramentas não recomenda nenhuma compra. O Planejamento entrega especificações que qualquer fornecedor pode cotar. A empresa decide com quem vai trabalhar.
Quem conduz os engajamentos
Rafael Menezes
CONSULTOR SÊNIOR · OPERAÇÕES
Dezesseis anos trabalhando com estrutura de processos em empresas de médio porte no Nordeste. Conduz as revisões de ferramentas e os programas de transformação.
Camila Souza
ESPECIALISTA · INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS
Formação em ciência da computação e doze anos de experiência em mapeamento de sistemas e especificações técnicas. Lidera os engajamentos de planejamento de integração.
Lucas Barbosa
ANALISTA · ADOÇÃO E DOCUMENTAÇÃO
Responsável pelos registros técnicos e pelo suporte à adoção nas equipes durante os programas de transformação. Oito anos em gestão de mudanças operacionais.
Como conduzimos cada engajamento
Escopo escrito antes do início
Todo engajamento começa com um documento de escopo aprovado pelas duas partes. O que está dentro e o que está fora é definido antes do primeiro dia de trabalho.
Confidencialidade dos dados
Todo material compartilhado é tratado como confidencial. Os entregáveis pertencem integralmente à empresa contratante e não são usados para nenhum outro fim.
Sessões com registro escrito
Cada sessão de trabalho produz um registro das decisões tomadas e dos pontos abertos. Nada fica apenas na memória dos participantes.
Execução sênior em todos os engajamentos
O consultor apresentado na proposta é o consultor que conduz o trabalho. Não transferimos engajamentos para outros profissionais após a assinatura do contrato.
Pontos de parada genuínos
No Programa de Transformação, pausar ou reverter está previsto no contrato como resultado legítimo, não como quebra de acordo.
Entregáveis em formato aberto
Documentos, mapas e especificações são entregues em formatos que a empresa pode usar sem depender de nenhuma ferramenta proprietária nossa.
Consultoria operacional para empresas brasileiras
A Tesselar atua no segmento de consultoria operacional voltado para empresas brasileiras de médio porte — organizações com dez a duzentos funcionários que acumularam sistemas ao longo dos anos sem uma arquitetura clara de como esses sistemas se relacionam. O perfil típico inclui empresas dos setores de serviços, comércio e indústria leve, com sede nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil.
Nosso trabalho se divide em três módulos independentes. A Revisão de Ferramentas Digitais é um diagnóstico de duas semanas que produz um inventário completo do parque de sistemas, um mapa das transferências manuais entre eles e uma nota sobre ferramentas inativas. O Planejamento de Integração de Sistemas é um programa de oito semanas que decide quais dessas transferências valem ser automatizadas e em que ordem isso deve acontecer. O Programa de Transformação Operacional é um acompanhamento de seis meses para empresas em processo de mudança estrutural no modo como o trabalho é conduzido.
A diferença entre a Tesselar e outras consultorias no mesmo espaço é a postura em relação a compras. Não vendemos software. Não recebemos comissão de fornecedores. A Revisão de Ferramentas, em particular, tem como produto explícito um retrato — não uma lista de compras. No Planejamento, com frequência documentamos por que uma determinada integração não vale a pena ser automatizada. Essa independência é o que torna o diagnóstico confiável.
Quer conhecer melhor como trabalhamos?
Enviamos uma mensagem explicando o processo de qualquer um dos três módulos. Sem compromisso.
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